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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A POLÍTICA E AS REDES SOCIAIS

                                                                                                                     Osny Araújo*

A Internet, esse fantástico e extraordinário processo de comunicação através das chamadas redes sociais, como o Facebook, Twiter, Orkut e outras, ganham cada vez mais adeptos entre os políticos que começam a utilizar maciçamente essas redes que se transformam em grandes aliadas eleitorais.

Nas eleições passadas, esse instrumento já foi muito utilizado pelos candidatos a presidência da República, especialmente por José Serra, do PSDB e Marina Silva, do PV, que através dessa moderna tecnologia de mídia eletrônico, mantinham os seus eleitores informados de todos os seus movimentos políticos.

Os dois candidatos não venceram as eleições, mas descobriram as vantagens e importância desse tipo de comunicação, hoje, largamente utilizada pelo mundo político, para manter contatos com os eleitores em tempo real. Coisas do século XXI.

Aqui no Amazonas, a coisa não é diferente e as redes sociais são muito utilizadas pelos políticos, especialmente os mais jovens que usam e buscam da facilidade de se comunicar com rapidez, por isso, ganham tantos adeptos.

Como essas redes de comunicação estão na moda e a cada dia ganhando mais seguidores, os políticos candidatos nas próximas eleições, estão de olho nesse mecanismo e não tenho dúvidas de que a propaganda, através desse processo, caso não seja impedida pela Justiça Eleitoral, ganhará muita força e será um forte aliado na próxima batalha eleitoral nas eleições municipais.

Com milhares de seguidores nas redes, os políticos, sempre conseguem arrumar um tempinho para “facebookar”,” twitar”,” orkutar” etc. O importante é se comunicar e isso, eles, os políticos estão fazendo muito bem. Essas redes, caíram como uma luva para os políticos que se bem trabalhadas, poderão ser um divisor de águas nas próximas eleições.

Na verdade, as eleições agora dependerão basicamente das Midas eletrônicas, como o radio e a televisão, nos horários gratuitos obrigatórios e agora mais as redes sociais.

Na verdade, os tradicionais comícios em praça pública que os políticos utilizavam para pronunciarem os seus discursos ficaram para traz e já fazem parte do passado. A moda agora é outra, é entrar nas redes sociais e se comunicar e quem sabe, conquistar votos, o objetivo único de cada político-candidato, para qualquer cargo eletivo.

Imagine se tivéssemos uma Internet que prestasse. Mesmo assim, como uma espécie de “internet jabuti”, tamanha é a sua vagarosidade, os políticos enfrentam com determinação a demora para o funcionamento da Internet e vão enviando as suas mensagens, propostas de trabalho, felicitações aos aniversariantes e outras coisas mais e com isso, os eleitores, os mais ingênuos naturalmente, se sente prestigiados e isso, pode pesar no balanço final das eleições.

Eu mesmo no meu “face” recebo diariamente uma grande quantidade de mensagens de políticos e esse procedimento certamente ocorre num universo muito grande e olha que ainda estamos longe das eleições que só ocorrerão no segundo semestre do próximo ano. Como tem o ditado popular que afirma que “quem madruga Deus ajuda”, essa turma já está atacando pelas redes sociais, objetivando a capitalização de votos.

As eleições municipais que se avizinham, serão sem nenhuma dúvida as eleições da Internet e das redes sociais. Quem viver verá. (Com postagem simultânea nos Sites: Noticianahora, Amazonianarede, Tadeudesouza e blog Jornalismo Eclético)



*Osny Araújo é jornalista e analista político.

E-mail: osnyaraujo@bol.com.br






sexta-feira, 26 de agosto de 2011


OS VOOS SURDOS E MUDOS NA
AMAZÔNIA, SÀO GUIADOS POR DEUS



Amazonianarede/Osny Araújo
Jorge Negreiros, presidente do Sindicato dos Aeroviários,AM

Manaus - Voar na Amazônia utilizando a chamada aviação regional, com as pequenas companhias, proprietários dos chamados teco-tecos e outros do tipo que funcionam nos aeroclubes, é sinônimo de perigo e risco de vida no ar.

 Nesses vôos, somente a pericia, a coragem e a fé em Deus, levam e trazem as pequenas aeronaves de volta, se bem, que de vez em quando são registrados acidentes.

A reportagem do Amazonianarede participou recentemente de um desses vôos e testemunhou de perto o trabalho e a perícia do piloto e a agonia dos passageiros que passam a viagem inteira ouvindo mensagens pelo rádio, onde os pilotos tentam se comunicar com Manaus, com o chamado Centro Amazônico e não conseguem isso, aqui bem próximo a capital, num raio de menos de 80 km.

Como sempre, fui de carona na cadeira do “co-piloto” uma vez que os pequenos aviões viajam sem esse profissional, infringindo todas as regras da própria Aeronáutica e as regras da própria vida, quando são colocadas em risco as vidas dos tripulantes e dos passageiros, sem que as companhias proprietários dos aviões e a própria Agência Nacional de Aviação tomem qualquer providência para sanar tamanha irregularidade.

Na verdade, voar em aeronaves regionais pela Amazônia é um enfrentamento ao perigo em todos os sentidos e rezar para que Deus pilote a aeronave e que a viagem transcorra sem anormalidade. E seja o que Deus quiser.

Semana passada  embarquei num desses aviões cruzando o Oeste amazônico com destino a cidade de Lábrea, na calha do Purus, num vôo de aproximadamente 2h20m num avião tipo Seneca e como “co-piloto” sempre costumo puxar um papo com o piloto, quando o vôo transcorre com normalidade, como acontecia naquela oportunidade, mas, vez por outra observava que o piloto tentava fazer uma ponte com rádios de outros aviões para tentar falar com o Centro Amazônico e comecei a puxar o assunto com o piloto, para saber por que aquele procedimento estranho e quando ele soube que o que o seu “co-piloto” era um jornalista, disse: Isto amigo dá uma excelente matéria”. O fato me chamou a atenção e comei a procurar saber mais alguns detalhes para elaborar uma reportagem que espero seja do interesse público e das autoridades ligadas ao setor.

O piloto que pediu anonimato para não sofrer represálias por parte da empresa e da própria ANAC, disse que esse drama da falta de comunicação com o Centro Amazônico que funciona em Manaus é diário e isso já faz muito tempo e nem mesmo o choque que provocou o acidente entre o Legasse e o avião da Gol, provocando muitas mortes, ocorrido a pouco mais de dois anos, serviu para que as autoridades ligadas ao setor resolvessem o problema. Segundo o piloto, tudo continua como antes e nada foi feito.



SURDO E MUDO



O fato, é que quando a aeronave atingiu a marca de aproximadamente cem milhas voadas, aqui ainda bem próximo a Manaus, cerca de menos de 80 km de distância e a uma altitude de 10.500 pés, aproximadamente 3.100 metros e cerca de 24 minutos de vôo, o piloto acenou que já havia perdido a comunicação com o Centro Amazônico em Manaus, através do radio e aí, só mesmo o radar, o GPS e Deus, poderiam nos ajudar nessa difícil navegação aérea, surda e muda, uma vez que o piloto não ouvia e nem era ouvido em Manaus, caso necessitasse de alguma instrução durante o vôo.

 e nem conseguiu ouvir algumas possíveis instruções do Centro Amazônico, Essa anormalidade na opinião do jovem, porem experiente comandante da aeronave, representa um grande risco para a aviação e segundo ele, o Centro Amazônico “só serve mesmo para orientar o pouco e a decolagem das aeronaves e nada mais”.

Os vôos na Amazônia na aviação regional, só não são mudos, surdos e cegos, porque o sistema de Radar do SIVAM funciona com precisão, por isso, foi elogiado pelo piloto. “Felizmente temos o sistema de RADAR que é muito bom e por onde estivermos estão nos vendo e isso dá um certo alívio, na falta de comunicação pelo radio com o Centro Amazônico.



AEROPORTOS



Como se não bastasse os problemas enfrentados por pilotos e passageiros no ar, nessa viagem de aventura pelos céus amazônicos, onde a comunicação não existe à distância com o Centro Amazônico pela sua precariedade, os pilotos têm que fazer malabarismo para pousar e decolar em vários aeroportos das pequenas cidades do Amazonas, onde não contam com a menor infraestrutura.

O ano passado me recorde muito bem, pousei numa cidadezinha do interior, no rio Purus, que logo após saltarmos do avião, um caminhão desfilava pela pista do pequeno um aeroporto, isso sem contar com os animais, especialmente cães que ficam perambulando pela pista onde os aviões pousam e decolam. O fato é outro grande perigo para a aviação e causa muita preocupação aos pilotos em terra, como se não bastasse o sufoco sofrido no ar.



DENÚNCIAS DO SINDICATO



Procurado pela reportagem para se manifestar a respeito da questão, o presidente do Sindicato dos Aeroviários do Amazonas, Jorge Negreiros, reconheceu todo o perigo do que representa voar na Amazônia na chamada aviação regional e garantiu que o Sindicato já fez várias denuncias para as autoridades competentes, a começar pela ANAC, mídia e outros meios para tentar pelo menos amenizar o grave problema e nunca conseguiu êxito.

Negreiros  chegou a pensar que após o grave acidente com o Legasse e o Boeing da Gol a questão seria vista com mais responsabilidade, mas segundo ele, nada foi feito para pelo menos amenizar o problema. “Tudo continua como estava e os riscos nos vôos permanecem diariamente ”afirmou.

Disse ainda que o Sindicato não tem mais o que fazer a respeito do assunto. “O que tínhamos que fazer já fizemos que era denunciar as autoridades competentes, a começar pela ANAC e alertar as autoridades para o fato, por isso, entendemos que a responsabilidade é inteiramente das autoridades. O Sindicato cumpriu com o seu papel. Fez o que pode e o que devia fazer, no mais, é torcer para que graves acidentes não ocorram”.



SEM CO-PILOTO


Para Negreiros, a aviação regional é vista como uma aviação marginalizada pelas próprias autoridades e vive de arremedos e arranjos, sem a mão protetora do Governo e com isso, os passageiros e as tripulantes correrem riscos de vida diáriariamente voando pelos céus da Amazônia.

Disse ainda que vê como criminosa as empresas de aviação regional não colocarem co-pilotos nos seus vôos e segundo ele, apenas para auferirem maiores lucros, uma vez que o avião ganha um passageiro a mais, a empresa deixa de contratar mais um profissional, de pagar menos encargos sociais e por aí vai.

 Esse problema  também já levamos ao conhecimento das autoridades, mas até o momento nada aconteceu e os pequenos aviões continuam decolando levando um passageiro na vaga do co-piloto, fato que segundo ele, não agrada aos comandantes das pequenas aeronaves.

Segundo Negreiros, os pilotos sentem falta dos co-pilotos, mas não podem reclamar porque correm o risco de perderem os empregos e dessa forma, são obrigados a conviver com essa gritante irregularidade na nossa aviação regional.



VONTADE POLÍTICA



Para o presidente do Sindicato, os problemas nesse tipo de aviação continuam e podem durar ainda muito tempo para serem solucionados. “Talvez, que Deus nos livre, quando ocorrerem outros acidentes graves, como foi o caso do Legasse, as autoridades se conscientizem de alguma coisa precisa ser feita para dar mais segurança à aviação brasileira, especialmente à chamada aviação regional, tão utilizada em nosso Estado”.

Para a medicina, um avião decolar para uma viagem, ainda mais longa sem um co-piloto é uma irresponsabilidade grande, considerando que o profissional que pilota o avião, como qualquer ser humano está passivo a sofrer algum mal estar ou mesmo um AVC ou ainda um ataque cardíaco ou um colapso, que poderá provocar a morte em poucos minutos. No solo, as coisas se resolvem pessoas não habilitadas, que poderão, por exemplo, tirar a chave do carro e pára a máquina, mas no avião no ar, as coisas não funcionam assim. Lá nas alturas é necessária a presença de um profissional habilitado, com brevê, pronto para voar e saber lidar com o equipamento, mas isso infelizmente não corre na aviação regional.

Negreiros disse ainda saber que a questão é complicada e as soluções não são fáceis e nem baratas, mas precisam ser feitas.

No seu entendimento, o que está faltando por parte das autoridades é responsabilidade e vontade política para atacar o problema de frente e tentar uma solução, ou pelo menos uma grande melhoria, para que todos possam voar com mais segurança e tranqüilidade, num dos meios de transportes que ele ainda considera como um dos seguros do planeta.

Com relação à ANAC, afirmou que a Agência continua fazendo vista grossa aos problemas e aos reclamos da categoria de aeroviários. “Na verdade, quando a ANAC faz alguma coisa é para beneficiar as empresas de aviação e não a categoria e muito menos os usuários do sistema.

Ele concluiu a sua conversa com a reportagem afirmando: “Se os pilotos da aviação regional fossem cumprir todas as normas de segurança para iniciar um vôo, os aviões não sairiam do chão. Na verdade os pilotos são pressionados para voar e como eles precisam do emprego, topam arriscar diariamente as suas vidas e as dos passageiros”- finalizou.

A reportagem tentou várias vezes contatos com a Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC) em Manaus, através o telefone 2129-7800 para se manifestar, mas não logramos êxito, mas estamos ä disposição da Agência para que possa apresentar a sua versão sobre os fatos e especialmente sobre as denúncias feitas pelo presidente do Sindicatos dos Aeroviários do Amazonas Jorge Negreiros.




terça-feira, 16 de agosto de 2011

AMAZONIA NA REDE DE CARA NOVA

O Portal amazonianarede.com.br está fora da rede durante uns tres dias para ser reformulado. Aguarde que o Site vem de cara nova, com mais dinamismo, porém com a mesma postura e com o compromisso de continaur a praticar um jornalismo eletrônico ético e com muita responsabildiade com a informação e respeito aos seus leitores. Aguarde...
INCRA repassa patrulha mecanizada à Sepror para
atuar nos assentamentos de Pres. Figueiredo


Fonte: Ascom, INCRA,AM
Presidente Figueiredo, AM - Ontem no final da tarde, a superintendente do INCRA-AM, Maria do Socorro Marques Feitosa, através de um Termo de Cooperação Técnica, assinado com o Governo do Estado, representado no ato pela Secretaria de Produção Rural, através o seu titular Eron Bezerra.

Como o prefeito Fernando Vieira se recusou a assinar o repasse da patrulha com o INCRA, a superintendente Socorro Feitosa estreitou ainda mais a parceria com o Governo do Estado e através da Secretaria de Produção Rural (Sepror), assinaram o Termo de Cooperação, permitindo dessa forma que a patrulha mecanizada permanecesse no município, prestando serviços de abertura e recuperação de ramais nos quatro assentamentos que o INCRA mantém no município e ainda, de acordo com aprovação do Conselho Gestor da Patrulha, atuar ainda em áreas fundiária, com a superintendente deixando claro que a prioridade é trabalhar nos assentamentos.

O chefe da Unidade do INCRA em Presidente Figueiredo, Antonio Alfre4do Lisboa, reconheceu o empenho da superintendente Socorro Feitosa em manter a patrulha no município e garantiu que esse equipamento levará muitas melhorias aos assentados e certamente a reforma agrária em Presidente Figueiredo dará um salto de qualidade muito grande.

PARCERIA INCRA/SEPROR

O secretário de Produção do Estado Eron Bezerra, que representou o governador Omar Aziz na solenidade e que assinou o Termo de Cooperação juntamente com a superintendente Socorro Feitosa, enalteceu mais essa parceria entre Sepror e INCRA, “tudo com o objetivo maior de resolver os problemas dos trabalhadores rurais assentados da reforma agrária no município de Presidente Figueiredo. Essa patrulha – disse o secretário – vai ampliar em muito a nossa capacidade de agir”.

Disse ainda que a Sepror que várias

parcerias que vem sendo estabelecidas entre os dois órgãos têm gerado bons frutos nos assentamentos de reforma agrária. “Já trabalhamos junto com o INCRA em várias parcerias e com certeza outras virão, pois o nosso objetivo, da Sepror e do INCRA é melhorar as condições de vida dos trabalhadores da terra nos assentamentos de reforma agrária, melhorando a qualidade de vida e aumentando a produção e produtividade”.

O prefeito Fernando Vieira, mesmo sem ficar com responsabilidade da patrulha que foi repassada ao Governo do Estado, garantiu que continuará sendo parceira do INCRA nas atividades de rerorma agrária no município.

PRIORIDADE

A superintendente Socorro Feitosa, disse que a permanência da patrulha mecanizada em Presidente Figueiredo, onde o INCRA mantém os assentamentos tradicionais Uatumã, Canoas, Rio Pardo e PDS Morena com 1.062 famílias, além de trabalhar na conservação das estradas e vicinais, proporcuiioo0aná a chegada de outros investimentos públicos, como mais escolas, saúde, energia elétrica e outras políticas, considerando que a reforma agrária não é e nem deve ser uma ação isolada do INCRA e sim de todos os seguimentos de Governo, ou seja, a reforma agrária precisa ser tocada como uma ação conjunta com a participação de vários órgãos, nos três níveis de Governo, com cada um fazendo a sua parte.

Feitosa voltou a enfatizar que a prioridade da patrulha é atuar nos assentamentos, dentro de uma programação estabelecida pelo Conselho Gestor, com a participação dos órgãos envolvidos e dos assentados, onde após aprovada a pauta de prioridades, será encaminhada ao INCRA. “Isso tudo será de acordo com as prioridades existentes e discutidas democraticamente pelo Conselho Gestor e a partir daí, com as demandas nos assentamentos cumpridas, nada impede que o Conselho aprove ações com a patrulha para as áreas fundiárias do município, mas a prioridade sempre será para os assentamentos e tudo com a aprovação do Conselho Gestor.

Socorro Feitosa\ lembrou que o INCRA trabalha em 47 municípios no Estado em mais de 130 projetos diversificados de reforma agrária e que sete municípios, onde estão situados os assentamentos tradicionais, com malhas viárias, estão recebendo essas patrulhas e citou como exemplo, o município de Apuí, onde estão sendo recuperados cerca de 28 KM por mês, o que demonstra a funcionalidade das patrulhas nos assentamentos de reforma agrária, com um custo benefício bem relevante.

Além do repasse da patrulha pelo prazo de cinco anos com direito a renovação, segundo Feitosa, o INCRA se compromete ainda com o repasse de 20% do valor do equipamento, o que representa recursos em torno de R$ 340 mil, a partir do segundo semestre, para ajudar no custeio e manutenção do equipamento.

A patrulha é composta por: 01 pá-carregadeira, 01 trator-esteira, 02 caçambas, 01 moto-niveladora, 01 retro-escavadeira, 01 rolo-compressor e 01 caminhão, no valor de R$ R$ 1.668.000,00.



sábado, 13 de agosto de 2011

POSTO COBIÇADO
                                                                       
                                                                            Osny Araújo*

Para enfrentar melhor o forte calor e a baixa umidade relativa do ar que assolam Manaus, resolvi juntar alguns amigos entre médicos, advogados, engenheiros, empresários e colegas jornalistas para uma rodada de cerveja num barzinho. Vocês sabem como é, nessas horas, entre um cole e outro, com um bom tira-gosto, o papo muito eclético.

Começamos por querer tomar o lugar de Mano Meneses como técnico da Seleção brasileira de futebol, passamos para os escândalos de corrupção que vem colocando em seque o Governo da presidente Dilma e aí chegamos uma conclusão. Entendemos que apesar dos pesares a corrupção no país vem diminuindo, o que vem aumentando é a vigilância da imprensa investigativa, as ações firmes dos Tribunais de Contas e a vigilância da própria sociedade. Devido a isso, os casos de corrupção surgem com mais intensidade que no passado.

Conversamos sobre o meio-ambiente, a anulação do tombamento do Encontro das Águas, monumento natural em frente a Manaus, quando os rios Negro e Solimões correm lado a lado sem se misturar, enveredamos pelo caótico trânsito de Manaus, uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, sobre a questão das feiras imundas de Manaus, que o prefeito Amazonino Mendes está tentando colocar ordem e fizemos muitas críticas e oferecemos sugestões para limpar o centro de Manaus do incômodo dos camelôs.

O papo ficava cada vez melhor e foi após discutirmos todos esses assuntos já citados, chegamos finalmente no prato do dia, o preferido em grupos como o nosso nas mesas dos bares - política.

Todos concordaram que a vida de político não é nada fácil, especialmente se o cidadão for um político de ponta. Aí, o sossegado acaba e as filas de pedintes são formadas todos os dias no gabinete, em frente a sua residência e por ele passa. Os pedidos são os mais variados e impensáveis e o cabra não deve dizer na, pelo menos ele tem que dar esperança aos pedintes, como por exemplo, “vamos resolver isso depois como mais calma, etc”.

A discussão com muitos apartes e até pedidos de ordem, o papo prolongou em torno da política e das análises da vida chata e difícil desses cidadãos e apesar disso, a briga é feia para ser presidente da República, governador do Estado e prefeitos e olha que os salários não são grandes coisas. Ah, mas tem as mordomias, é verdade. Ma será que vale a o sacrifício, até de ficar sem liberdade e ser prisioneira da própria política, vigiado pelos eleitores e pelos legislativos e pelos tribunais? Essa turma acha que sim. Tudo vale à pena.

Ficamos intrigados com as conclusões que íamos chegando e alguém da mesa bradou. “Será que eles fazem isso realmente pela vontade de trabalhar pelo País, Estado ou município? Ser a que realmente é pensando na melhoria da qualidade de vida do povo? Todo mundo fez boca de siri e ninguém se manifestou, a não ser um membro da mesa que sugeriu que procurasse uma dessas madames que jogam búzios ou cartas para nos dar a resposta. Claro que não topamos a proposta e não chegamos a nenhuma conclusão.

Já a caminho de casa, guiando o meu carro nessa beleza do trânsito da cidade, pensava com os meus botões sobre a conversa do bar com os amigos.

Também não cheguei a nenhuma conclusão nesse caminho, apenas pude pensar que por razões que desconheço esses postos, como por exemplo, o de prefeito de Manaus deve mesmo ser muito atraente. Qual será a razão? Não sei.

O que sei, é que tem muita gente querendo o cargo, mesmo sabendo que a moeda tem duas caras. Uns em condições de governar Manaus, outros apenas pelo fato de se dizer candidatos.

Entre os mais influentes nomes influentes que estão arquitetando candidaturas para a Prefeitura da nossa capital, existem nomes como Arthur Neto, Francisco Praciano, Rebeca Garcia, Henrique Oliveira, Pauderney Avelino, Hissa Abrahão, Eduardo Braga, entre outros nomes fortes, além de um punhado de candidatos dos chamados `partidos nanicos`, tipo Herbert Amazonas que é candidato de cadeira cativa em todos os pleitos, seja para que cargo for.

Ao que parece, não posso afirmar, o prefeito Amazonino Mendes não estaria disposto a disputar a reeleição, mas certamente não ficará de forma alguma alheio ao processo. Mas como em política tudo é possível, vamos aguardar.

Feliz Dia dos Pais, ao meu saudoso Clovis Araújo, a minha eterna saudade. (Com postagem simultânea nos Sites Noticianahora, Amazonianarede, Tadeudesouza e Blog Jornalismo Eclético.


Emil: osnyaraujo@bol.com.br
*Osny Araújo é jornalista e analista político.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Parintins voltará a ter voos só noturnos e
ninguém poderá ser preso na Cadeia Pública

Parintins, AM - A cidade de Parintins, uma das mais importantes do interior amazonense, segundodeterminação da Justiça, voltará a operar somente com voos nurnos, devido o grande número de aves, especialmente urubus qu3 povoam as imediações do aeroporto Julio Belem, pela aproximação da lixeira pública do local.


Fontes da Prefeitura garantiram que ainda não foram notificados pela Justiça, por isso, o aeroporto ainda continua oeprando normalmente.

A mesma fonte afirma, que tão logo a Prefeitura seja notificada oficialmente da decisão judicial, o município entrará com uma ação na Justiça, tentando anular essa decisão, porque as autoridades municipais entendem que a medida é extremamente prejudicial ao município.

PRESÍDIO

Outro fato que preocupada as autoridades parintinehses e que está preocupando muito as autoridades e a população é que devido a super-lotação do presídio, a Justiça determinou que nem mais um preso poderá ser levado para a Cadeia Pública, que apresenta super-lotação.

Vale ressaltar que em Ministério Público Estadual (MPE) já havia ingressado, em 2008, com Ação Civil Pública contra o Estado pedindo a interdição da cadeia pública.

Por meio de nota a Sejus informou que desde 2005, solicita da Prefeitura, Governos do Estado e Federal recursos financeiros e materiais para viabilizar a construção de um novo presídio, em Parintins. De acordo com a assessoria de imprensa, a Secretaria enfrenta dificuldades porque a Prefeitura do Município ainda não concretizou a doação de um terreno para obra.

EXPLICAÇÃO

Por meio de nota a Sejus informou que desde 2005, solicita da Prefeitura, Governos do Estado e Federal recursos financeiros e materiais para viabilizar a construção de um novo presídio, em Parintins. De acordo com a assessoria de imprensa, a Secretaria enfrenta dificuldades porque a Prefeitura do Município ainda não concretizou a doação de um terreno para obra.

“Sem a doação do terreno não podemos apresentar o projeto ao Ministério da Justiça”, diz um trecho do documento. A reportagem tentou ouvir o prefeito em Exercício, Messias Cursino, mas ele não atendeu as ligações.





quarta-feira, 10 de agosto de 2011

CABO-DE-GUERRA INFELIZ
                                                                                                                                Osny Araújo*

Não sei se insuflados por algumas lideranças, a verdade é que os feirantes de Manaus resolveram abrir guerra contra a salutar idéia do prefeito Amazonino Mendes, de melhorar em todos os sentidos os aspectos das feiras de Manaus e resolveram praticar o que pudemos chamar de “cabo-de-guerra” contra essa ação Da Prefeitura, providência que alias a cidade reclama há muito tempo.

Talvez, por falta de mais informações a respeito do projeto que o prefeito resolveu altar, em que não privatizava as feiras, mas apenas abria uma concessão com prazo determinado para o setor privado, os feirantes saíram às ruas e sem um amplo conhecimento do projeto protestaram e bradaram contra a idéia que certamente iria melhorar as feiras de Manaus, mesmo com o prefeito garantindo que os atuais permissionários legais, não seriam prejudicados, ainda assim, o movimento cresceu e muitos políticos, aqueles que torcem pelo “quanto pior melhor” estavam pegando carona para praticar politicagem e não política.

Político experiente, o prefeito Amazonino Mendes tratou de desarmar o “palanque” dos seus opositores ou aproveitadores políticos e começa a pensar numa outra maneira de resolver o problema e com isso, dar uma nova feição as feiras de Manaus, que são importantes para a população, especialmente como centros de comercialização de alimentos regionais, mas que precisam ser mais bem cuidadas e aparelhas.

Do Jeitão que estão não podem e nem devem continuar a funcionar, colocando em risco a saúde da população pela desorganização e especialmente pela falta de higiene nesses locais.

Entendo essa retirada desse item do projeto que tramita na Câmara Municipal de Manaus, foi sábia e o recuo certamente estratégico para apaziguar os ânimos, evitar desgaste político e desarmar o palanque dos opositores, aqueles que costumam afirmar que como oposição tem que votar contra todos os projetos do Governo, mesmo que estes sejam para beneficiar a sociedade. Coisas de políticos sem compromissos. “Äi gobierno, soi contra”.

Certamente o prefeito, juntamente com os seus assessores da área, já estudam outras maneiras de solucionar o problema, para que Manaus possa num futuro próximo ser dotada de feiras modernas, limpas e higiênicas e não essas bagunças que continuam a funcionar sem e menor condição.

O certo é que o Executivo está demonstrando vontade de melhorar o setor e está encarando o problema com responsabilidade e determinação, mesmo sabendo que essa postura desagrada alguns seguimentos da sociedade, aqueles que não desejam ver uma Manaus melhor, moderna, higiênica, organizada e acolhedora. (Com postam simultânea nos Sites: Noticianahora, Amazonianarede, Tadeudesouza e blog Jornalismo Eclético)

*Osny Araújo é jornalista e analista político.
E-Mail: osnyaraujo@bol.com.br



domingo, 7 de agosto de 2011

BANCO 24 HORAS: FALTA DE RESPEITO

Além de ser algo desabonador a instituição Banco 24, é uma tremenda falta de respeito com a cleintela, o tratamento que a instituição dispensa ao terminal eletrônico instalado no Posto de Gasolina Subel, em Frente a Praça de Almentaçã, do D. Pedrro.

O posto, ao lado de outros trres que funcionam com dignidade, vice em pane e há mais de dois anos, segundo clientes, onde me incluou que o sistema de refrigeração da cabine não funcional e no seu interior, para quem opera a máquina quando ela resolve a funcionar, a temperatura chega a aproximadamente 50 graus.

Um absurdo e uma falta de respeito com os clientes. Fica o protesto e quem sbe, uma solução milagrosa para o problema que é antigo.
MESSIAS JÁ É O SEGUNDO NAS PESQUISAS
PARA A PREFEITURA DE `PARIS`


De Paritnins, trra de `Caprichos``Garantido` e de Nossa Senhora do Carmo, me chega a informação que acaba de ser divulgada  uma pesquisa onde o vice-prefeito Messias Cursino, pré-candidato à sucessão do atual prefeito de Parintins, aparece em segundo lugar.

Messias ocupa esta posição tanto na pesquisa estimulada quanto na espontânea.  A informação veio incompleta, porque não dissse que lidera essas pesquisas.

Messias garante que como dizem os jogadores de futebol, está no páreo e vai `brigar pelo título, no caso, pela Prefeitura de um dos mais importantes municípios do Amaonas. Ora, a dar-se crédito ...

sábado, 6 de agosto de 2011

MAIS UMA VITIMA DA REVISTA VEJA

A Revista Veja está com a corda toda e bisbilhotando muito o Governo da presidente Dilma Rousseff, em busca de matérias que mexem realmente com a estrutura governamental e com o próprio Partido dos Trabalhadores.

Após as denúncias recentes que derrubaram o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) do Ministério dos Transportes e um grande número de assessores do próprio Ministério e do Denit, agora a revista se volta contra o Ministério da Agricultura.

A primeira baixa, já está ocorrendo. O Secretário-Executivo do Ministério Milton Orlolan, denunciado pela revista de cometer irregularidades, se adiantou aos fatos e pediu demissão em carater irrevogável, se dizendo injustiçado pela Veja.

Será que estamos num confronto entre a Revista Veja e o Governo do PT e da presidente Dilma Rousseff. Vamos aguaardar mais um pouco para sabermos.
ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA

Deu na na edição do  EmTempo de hoje, que Manaus tem o quinto metro quadrado mais caro do Brasil, chegando em média a R$ 844,00, com um aumento de 3,49 por cento no custo da construção civil.

Se os números estiverem corretos, ainda caminhamos no reboque do de Rio Branco, capital do Acre, onde a mídia anunciou ha poucos dias que lá está o quarto metro quadro mais caro do Brasil

O bicho está pegando em torno da especulação imobiliária em quem for podre que se quebre.
AMAZÔNIA NA REDE DE CARA NOVA

O Portal de notícias Ama^zonianarede.com.br, que tem como editor Sergio Costa, está fazendo uma plástica e logo, logo aparecerá para o mundo de cara nova, mais bonito, dinâmico e de fácil manuseio, para oferecer além da boa e diversificada informação aos seus milhares de leitores, dar-lhes prazer.

O projeto da nova Cara do Amazonia na Rede já está sendo trabalho pelo Patrick Sidney, o responsável técnico pelo Portal que a cada dia aumenta a sua legião de leitores. A novidade deverá surgir antes do final do mesmo. Vamos aguardar o que vem por aí.

JOÃO PEDRO EM PARINTINS

O ex-senador João, como sempre faz quando tem uma folguinha, dá uma esticadinha a até a Ilha da Alegria, terra de Nossa Senhora do Carmo e de `'Caprichoso'' e ''Garantido'' para encontros com amigos, familiares e correligionários, ou melhor, companheiros, na sua terra Natal, Parintins.

Aliass, os amigos do ex-senador, que convivem com ele no dia a dia, garantem que ele continua com o firme propósito de disputar a Prefeitura da Vekha Tupinabarana, talvez por isso mesmo, as constantes visitas a Parintins, um dos mais importantes municípios do Estado, situado na região do chamado baixo-Amazonas.
BRAGA SÓ FALARÁ EM SUCESSÀO EM 2012

E ego ficou cheio e feliz da vida, mas apesar das pesquisas apontatarem o seu nome como favorito para as eleições municipais do próximo ano, o senador e ex-governador do Amazonas, Eduardo Braga, do PMDB, desvia quando alguem lhe pergunta a respeito e garante que ainda não é tempo para falar no assunto.
Segundo Braga, que além de vereador, deputado estadual, relator da Constituinte, prefeito de Manaus e governador por dois mandatos, garante que só tratará da sucessão municipal a partir de 2012. No momento, segundo ele, existem outras coisas muito importntes para serem discutidas a favor do Brasil e do Amazonas.
PROPOSTA INTERESSANTE
Nada contra os feirantes de Manaus, pessoas dignas e que lutam com dificuldades para viver e acordam muito cedo, mas que as feiras de Manaus, seus locais de trabalho são veradeiras imundices, isso ninguem pode esconder e um perigo para a saúde pública.
Por essas e outras razões, entendo que o prefeito Amazonino Mendes tem rqazão em propor a concessão das Feiras e Mercados da capital, menos o chamado mercado grande, para ver se o setor enra nos eixos e Manaus, que será uma das sedes da Copa do Mundo, fique mais saudável e agradável.
Entendo que o prefeito Amazonino está tendo a coragem de buscar uma difícil e desgastante solução para o velho problema, mas os feirantes, devem ficar atentos contra maus políticos que muitas vezes fometam a desordem. Quem avisa amigo é.
FORNALHA
O manauara não sabe mais o que fazer e como se comportar para driblar o calor que está insuportável. Ante-ontem na av enida Djalma Batista, os termômetros registraram 50 graus. Um grande sufoco e muita quentura.
Quem deve sair ganhando com isso é a Amazonas Energia, pelo excessivo consumo par que os refrigeradores e condicionadores funcionem e os bares que trabalham com gelados. Na verdade, Manaus está uma grande fornalha.
A CONCESSÃO DAS FEIRAS

                                                                                                              
                                                                                                                                  *Osny Araújo

Está em tramitação e discussão na Câmara Municipal de Manaus Projeto de Lei de autoria do Executivo, que vem causando certa polêmica na cidade, pois diz respeito privatização, ou melhor, a concessão dos mercados e feiras do município para a iniciativa privada pelo prazo de trinta anos.

A tentativa do prefeito Amazonino Mendes ao encaminhar esse projeto de Lei à edilidade, é sem nenhuma dúvida a melhoria dos importantes serviços prestados por esse importante seguimento na área da alimentação, melhorando as condições dos feirantes e freqüentadores desses locais públicos de muita afluência, onde impera uma visível falta de higiene, o que certamente é prejudicial à Saúde.

Como o estado brasileiro é historicamente um mau gerente, o prefeito Amazonino Mendes pensa em resolver o problema que é antigo com essa medida, que pode parecer antipática, mas, que também poderá dar certo. É o que espero.

Claro que mudanças radicais com essa proposta pelo Executivo, causam certas preocupações e nesse em particular, especialmente onde muitos ganham o sustento de suas famílias trabalhando nas feiras e mercados da cidade.

Apesar de entender perfeitamente a preocupação desses trabalhadores, é bom que se diga que do jeito que a coisa está funcionando não dá mais para continuar. O sistema é uma verdadeira esculhambação e certamente é necessário fazer alguma coisa, como por exemplo, mudar para pelo menos tentar melhorar. Do jeito que está é que não da para continuar. O prefeito Amazonino Mendes está tendo a coragem de procurar essa mudança. É melhor tentar fazer do que ser omisso.

Não estou aqui defendendo o prefeito Amazonino Mendes e muito menos atacando os feirantes envolvidos em várias manifestações públicas, atos certamente arquitetados e apoiados por políticos já com o olhar nas eleições do próximo e quem sabe, essas pessoas trabalhadoras, humildes e preocupadas com o futuro, estejam apenas servindo de massa de manobra para maus políticos. É preciso tomar cuidado para não entrar em barco furado.

Como não sou técnico no assunto, não posso afirmar se a proposta do Executivo é boa ou má para os feirantes e para a cidade. O certo, é que a proposta, que precisa ainda ser mais discutida com a participação da Prefeitura e dos interessados, talvez para aprimorá-la, se for o caso, representa uma sinalização de mudança e aí, se recomenda rodadas de negociações em alto nível, para que realmente o problema seja resolvido e fique melhor para todos.

É necessário que os feirantes e permissionários dos mercados fiquem mais atentos para não servirem de pode expiatório ou de joguete nas mãos de maus políticos num ano pré-eleitoral e a cidade, os trabalhadores e o povo que se danem.

Semana passada, centenas de feirantes se aglomeram numa manifestação em frente à Câmara Municipal de Manaus, com faixas, carros de sons e palavras de ordem e devido a isso, o povo foi prejudicado com o fechamento de cinco feiras.

Até aí, tudo bem, até porque, graças a Deus vivemos num País sob a bandeira da democracia, onde as manifestações são livres, como devem ser mesmo.

A pergunta que se faz, é como uma categoria sofrida e com um Sindicato sem recursos promove uma manifestação como a que foi feita próximo a Câmara, se não tiver dedo de um ou mais políticos que querem tirar proveito eleitoral da situação e do estado de desespero em que vivem os feirantes, aparecendo como salvadores da pátria. Quem será que banca essas festas e manifestações?

Não sei se a idéia do prefeito em abrir a concessão dos mercados e feiras da cidade para o setor privado será a melhor solução, mas, certamente é um caminho que o Executivo está procurando trilhar para resolver um velho e angustiante problema da cidade, por isso, tenta dessa forma solucionar a questão que não condiz com a nossa Manaus, uma metrópole no meio da selva e a capital internacional da Amazônia que em 2014 estará também sendo palco de um dos mais importantes e badalados eventos do planeta, a Copa do Mundo. Por tudo isso, entendo que a proposta do prefeito Amazonino Mendes, não tem o objetivo de prejudicar uma categoria de trabalhadores e milhares de famílias, mas, de melhorar a cidade para o bem de todos nós. (Com postagens simultâneas nos Sites Noticianahora, Amazonianarede, Tadeudesouza e blog Jornalismo Eclético).

*Osny Araújo é jornalista e analista político.
E-mail: osnaraujo@bol.com.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Diário Oficial publica decretos com troca
de comando no Ministério da Defesa


Agência Brasil

Brasília - O Diário Oficial da União publica hoje (5) os decretos de exoneração e nomeação dos cargos de comando no Ministério da Defesa. Um dos decretos, datado de ontem (4) e assinado pela presidenta Dilma Rousseff, exonera, a pedido, o ex-ministro Nelson Jobim. O outro nomeia o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim para o cargo.

Um dos nove ministros a ficar no cargo depois de Dilma Rousseff assumir a Presidência, Jobim deixa o Ministério da Defesa depois de quatro anos de gestão. Presidente do Supremo Tribunal Federal de 2004 a 2006 e ministro da Justiça do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-1997), Nelson Jobim assumiu cobrando pontualidade e segurança das empresas aéreas.

Também promoveu mudanças nas direções da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), então alvos de denúncias de ineficiência e corrupção. Com isso, conseguiu atenuar os problemas no setor aéreo. Na área militar, ele ganhou prestígio com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Com o ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos Roberto Mangabeira Unger, Jobim elaborou a Estratégia Nacional de Defesa. O plano estabelece ações de médio e longo prazo, com o objetivo de modernizar a estrutura nacional de defesa por meio de uma nova filosofia de emprego das Forças Armadas.

Para o lugar de Jobim vai Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores de Itamar Franco (1992-1994) e Lula (2003-2010). Amorim foi um dos responsáveis pelo direcionamento da política externa brasileira para o Oriente Médio, a América do Sul, a África e nações emergentes.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Com informações da Ascom, Incra, AM

Manaus - Tida como uma das regiões de maiores conflitos agrários no país, o sul do município de Lábrea, no Amazonas, recebeu ações do Incra. As atividades objetivaram apoiar as famílias beneficiadas pelo programa de reforma agrária, consolidar a presença da instituição na região e inibir os ilícitos como venda de lotes.

Os três assentamentos rurais visitados pelos técnicos Fo Incra foram o PAF Curuquetê – criado para a exploração sustentável de madeira -, e dois Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS), o Gedeão e o João Bento. Um total de 200 familias são beneficiadas.

A superintendente do Incra no Amazonas, Maria do Socorro Feitosa, (foto), informou que durante toda semana seis técnicos da Superinitendencia Regional percorreram vicinais, visitaram os pequenos lotes e reuniram-se com os assentados. “Temos um desafio em oferecer apoio a famílias em uma área difícil para atuação do Incra, pois estamos longe e o acesso é complicado; mesmo assim, temos nos empenhado e conseguido levar as políticas publicas”, completa Feitosa.

No PDS Gedeao, o Incra efetivou a notificação de posseiros irregulares. “São pessoas que não fazem parte da seleção de famílias feitas pelo órgão; é importante garantir a terra para aquelas que de fato necessitam e cumprem as normas”, disse a coordenadora desta ação, a servidora do Incra Adriana Lima.

No PAF Curuquetê, criado há dois meses, o Incra foi ouvir a reivindicação das famílias que já moram na área. Tambem, deu continuidade ao trabalho de cadastro daquelas que tem interesse em atuar com o manejo florestal comunitário. Os trabalhos foram conduzidos pela Divisao de Obtencao de Terras.

O PDS Joao Bento está em fase final de criação dependendo de licença no órgão ambiental e do procedimento de arrecadação da gleba. “São 42 familias que vivem de pecuária de baixo impacto e outras culturas anuais em pequenas áreas. O Incra tem total interesse em garantir os programas oficiais de acesso a terra e de credito”, completou Ronaldo Santos, Engenheiro Agrônomo do Incra Amazonas.
 Dinamite é reeleito presidente
do CR Vasco da Gama

Rio - O favoritismo de Roberto Dinamite (foto com o governador Sérgio Cabral) foi confirmado nesta terça-feira, nas eleições do Vasco. A chapa "O Sentimento Tem que Continuar", do atual mandatário, venceu o pleito com larga vantagem: Dinamite contabilizou 2.390 dos 2.572 votos, contra 247 do segundo colocado, Leonardo Gonçalves, da chapa "Cruzada Vascaína".
Jayme Lisboa, da "O Vasco pode Mais", ficou em terceiro, com 61 votos (houve 18 nulos). Lisboa, no entanto, também se inscreveu como um dos conselheiros do grupo de Dinamite.
Diante do resultado das urnas, a chapa de Roberto Dinamite colocará 120 representantes no Conselho Deliberativo. O grupo que ficou em segundo indica 30 representantes. Estes 150 irão se juntar aos 150 conselheiros natos (antigos beneméritos).
A confirmação de Dinamite como presidente para o próximo triênio deve acontecer na próxima terça-feira, após a eleição que será realizada entre os conselheiros. Nunca antes um candidato que venceu nas urnas não terminou eleito pelo Conselho. A posse será provavelmente em 19 agosto, dois dias antes do aniversário do clube.
Após a consagradora vitória, Roberto fez questão de ressaltar a transparência do pleito, segundo ele, merecedor de registro.
- Essa foi a eleição mais limpa dos últimos anos. Cada chapa escolheu seu candidato. É isso que nós queremos, um Vasco mais igual, mais humano. O presidente é importante? Sem dúvida é importante. Mas a instituição está acima de todos nós. Ganhou o Vasco, o clube é o maior vencedor - salientou.
Com mais um mandato garantido, Roberto Dinamite deixou claro ser o futebol o motivo de maior concentração nos esforços.
- Agora é uma responsabilidade maior, todas as conquistas que os torcedores desejam eu também desejo. Teremos um time competitivo, forte, vamos em busca do nosso CT - ressaltou o presidente cruz-maltino.
Os principais trunfos de Roberto Dinamite foram os resultados dentro de campo, como a conquista da Copa do Brasil e o bom início no Brasileiro, e as reformas feitas por todo complexo de São Januário.
No geral, o clima das eleições foi tranquilo. O maior problema foi a divergência entre os candidatos Leonardo Gonçalves e Jayme Lisboa. Gonçalves ficou insatisfeito com o fato de o adversário ter utilizado cédulas brancas - da mesma cor das de Dinamite - no pleito. Ele acredita que alguns sócios que queriam votar em Roberto Dinamite podem ter se distraído e optado por engano por Lisboa.
Duas das principais chapas de oposição, lideradas por Pedro Valente e José Henrique Coelho, não participaram da eleição. Coelho retirou seu grupo na noite de segunda-feira com o argumento de que não legitimar o que ele considerou errado no processo eleitoral.
Valente, que tem como aliado o ex-presidente Eurico Miranda, não retirou a chapa porque tem como objetivo anular o resultado do pleito. Uma das principais reclamações da oposição foi a lista de sócios.

O favoritismo de Roberto Dinamite foi confirmado nesta terça-feira, nas eleições do Vasco. A chapa "O Sentimento Tem que Continuar", do atual mandatário, venceu o pleito com larga vantagem: Dinamite contabilizou 2.390 dos 2.572 votos, contra 247 do segundo colocado, Leonardo Gonçalves, da chapa "Cruzada Vascaína". Jayme Lisboa, da "O Vasco pode Mais", ficou em terceiro, com 61 votos (houve 18 nulos). Lisboa, no entanto, também se inscreveu como um dos conselheiros do grupo de Dinamite.

Diante do resultado das urnas, a chapa de Roberto Dinamite colocará 120 representantes no Conselho Deliberativo. O grupo que ficou em segundo indica 30 representantes. Estes 150 irão se juntar aos 150 conselheiros natos (antigos beneméritos).
A confirmação de Dinamite como presidente para o próximo triênio deve acontecer na próxima terça-feira, após a eleição que será realizada entre os conselheiros. Nunca antes um candidato que venceu nas urnas não terminou eleito pelo Conselho. A posse será provavelmente em 19 agosto, dois dias antes do aniversário do clube.
Após a consagradora vitória, Roberto fez questão de ressaltar a transparência do pleito, segundo ele, merecedor de registro.
- Essa foi a eleição mais limpa dos últimos anos. Cada chapa escolheu seu candidato. É isso que nós queremos, um Vasco mais igual, mais humano. O presidente é importante? Sem dúvida é importante. Mas a instituição está acima de todos nós. Ganhou o Vasco, o clube é o maior vencedor - salientou.
Com mais um mandato garantido, Roberto Dinamite deixou claro ser o futebol o motivo de maior concentração nos esforços.
- Agora é uma responsabilidade maior, todas as conquistas que os torcedores desejam eu também desejo. Teremos um time competitivo, forte, vamos em busca do nosso CT - ressaltou o presidente cruz-maltino.
Os principais trunfos de Roberto Dinamite foram os resultados dentro de campo, como a conquista da Copa do Brasil e o bom início no Brasileiro, e as reformas feitas por todo complexo de São Januário.
No geral, o clima das eleições foi tranquilo. O maior problema foi a divergência entre os candidatos Leonardo Gonçalves e Jayme Lisboa. Gonçalves ficou insatisfeito com o fato de o adversário ter utilizado cédulas brancas - da mesma cor das de Dinamite - no pleito. Ele acredita que alguns sócios que queriam votar em Roberto Dinamite podem ter se distraído e optado por engano por Lisboa.
Duas das principais chapas de oposição, lideradas por Pedro Valente e José Henrique Coelho, não participaram da eleição. Coelho retirou seu grupo na noite de segunda-feira com o argumento de que não legitimar o que ele considerou errado no processo eleitoral.
Valente, que tem como aliado o ex-presidente Eurico Miranda, não retirou a chapa porque tem como objetivo anular o resultado do pleito. Uma das principais reclamações da oposição foi a lista de sócios.

RESULTADO FINAL

Roberto Dinamite - 2390 votos
Leonardo Gonçalves - 247 votos
Jayme Lisboa Alves - 61 votos
Brancos e Nulos - 18 votos
Total: 2716 votos

NASCIMENTO SE DEFENDE DA TRRIBUNA E COLOCA
 MAIS LENHA NA FOGUEIRA DA CRÍSE DO GOVERNO
                         
Jornalismo Eclético
Ao que parece o senador Alfredo Nascimento, ex-ministro dos Transportes, não quer ficar só no fogo cruzado da política brasileira, com o Governo envolvido em denuncias de corrupção, tendo como alvo principal o Ministério dos Transportes, do qual o senador se afastou, por entender que havia perdido o apoio do presidente Dilma Rousseff.
Ontem, Nascimento, senador pelo PR do Amazonas, retornou ao Senado e num longo e detalhado discurso, cheio de valores e datas, contestou uma a uma as acusações que lhes foram atribuídas e ao seu filho, afirmando que vai provar a sua inocência na Justiça.
O discurso de Nascimento, foi  longo de contundente e ao final, mesmo o ex-ministro dizendo que continuará a apoiar a presidente Dilma por acredita nos seus propósitos para governar o País, o seu partido, o PR, do qual é presidente, ficou dividido e alguns senadores querem que o PR deixe o Governo.
Pelo visto, mesmo com as demissões a crise no Governo está longe de acabar, até porque, o discurso de Alfredo parece que colocou mais lenha na fogueira, quando falou que algumas irregularidades atribuídas a ale, ocorreram quando ele estava afastado do Ministério para disputar a eleição para o Governo do Amazonas. Além disso, já existe uma outra denuncia, agora, em cima do Ministério da Agricultura.
MORADORES DO D. PEDRO RECLAMAM
 DE ÁGUA FRACA NAS TORNEIRAS

Jornalismo Eclético
Faz muito tempo, mais de ano, que os moradores do conjunto residencial D. Pedro II, de classe média, sofrem com a água minguada que surge nas torneiras. Para se ter um volume melhor, é necessário uma estratégia que diariamente é usada pelos moradores. Fecham uma torneira para a água fluir um pouco mais forte na outro. É um transtorno.
O interessante de tudo isso, é que as congas chegam em  dias e os pagamentos são efetuados pelos consumidores do D. Pedro foi solicitada ao Blog e nós estamos fazendo.
 O que não pudemos garantir é se esse apelo ou reclamação será levada  em consideração pela Empresa, uma vez que várias outras, com o mesmo objetivo já foram feitas e nenhuma providencia foi tomada até o momento e o sofrimento continua com a minguada água que a Águas do Amazonas manda para as torneiras das casas do D. Pedro II.Uma lástima.
PR CONTRARIADO COM O GOVERNO
Osny Araújo*

Ontem após defender-se das acusações segundo ele “infundadas” provocando a sua saída do Ministério dos Transportes, o senador Alfredo Nascimento (PR-AM), ontem da tribuna do Senado da República, resolveu dar a sua versão para a crise que se estabeleceu no Governo da presidente Dilma Roussef através o Ministério dos Transportes.

O senador que é presidente nacional do PR, partido aliado do Governo, fez um longo pronunciamento com muitos números de valor4es e datas, sempre afirmando que se houveram algumas irregularidades no Ministério, essas ocorreram quando se afastou para concorrer à eleição para o Governo do Amazonas e que ao detectar algum fato estranho, comunicou a presidente Dilma e ele mesmo teria começado os trabalhos para verificar os fatos e considerou “muito estranho” o vazamento das informações de uma reunião que a presidente teve com auxiliares, sem a sua presença para a revista Veja.

Nascimento fez uma defesa pontual de todas as acusações e afirmou ter pedido exoneração por entender que era o melhor momento para não atrapalhar ainda mais o Governo e se apressou em comparecer a Procuradoria Geral da República e Polícia Federal onde solicitou uma completa devassa em sua vida, abrindo mão, inclusive dos sigilos bancário e fiscal, sem precisar de autorização da Justiça.

Durante todo o discurso-defesa o senador se manteve tranqüilo, foi traído pelas lágrimas já no final e a única vez que se voltou contra o Governo, afirmou com veemência: “Eu não sou lixo, o PR não é lixo para sermos varridos assim do Governo”. Ficou claro também, que o ministro deixou o Ministério porque perdeu o apoi da presidente de Dilma, por isso, pediu o chapéu da viagem e desocupou o Ministério dos Transportes, no foço de uma série de denuncias de corrupção.
Demonstrando tranqüilidade e recebendo o apoio e solidariedade da Casa, inclusive de alguns senadores da oposição, que insistem na CPI dos Transportes, Nascimento não se voltou contra o Governo e disse continuar a acreditar na presidente Dilma. A decisão do comportamento do Partido que tem sete senadores e quarenta deputados federais,  não deverá ser  tomada com base no revanchismo e tudo transcorrerá de forma absolutamente democrática.

Aparteado por vários senadores, apartes que foram transformados numa verdadeira sabatina com a permissão do orador, Nascimento que se considerou execrado e condenado sem direito a defesa, disse que provará sua inocência e a do seu filho na Justiça e pediu punição para que tiver culpa no cartório.

Apesar da postura tranqüila de Nascimento e de falar em continuar com o apoio ao Governo da presidente Dilma, a sessão de ontem do Senado da República, deixou claro que pelo menos a metade da bancada do PR, não está mais se sentindo confortável com o tratamento que o partido vem recebendo do Governo e a forma como a ele está atrelado.

Esses defenderam o imediato afastamento do PR do Governo, não para forma na oposição, mas para atuar de forma mais ou menos independente, votando a favor das boas propostas do Governo e contra aquelas que acharem danosas ao País.

Para os desgostosos com tratamento que o Governo está oferecendo ao PR, com demissões em massa no Ministério dos Transportes e conseqüentemente desprestigiadas pelo Planalto, defendem que o Partido entregue todos os cargos que ainda tem no Governo a presidente Dilma e caberá a ela como presidente da República direcionar a quem bem entender.

Esse comportamento, segundo os quase dissidentes, dará ao PR condições de trabalhar com mais liberdade e sem atrelamento, considerando que o Partido no Congresso Nacional, ostenta uma razoável força política.

Isso significa dizer, que a crise está apenas começando e não serão as demissões que estão ocorrendo que saciará a oposição e dará tranqüilidade ao Governo. Ainda tem muito água para passar por debaixo da ponte. (Com postagem simultânea nos Sites: Noticianahora, Amazonianarede, Tadeudesouza e blog Jornalismo Eclético).

*Osny Araújo é jornalista e analista político.
E-mail: osnyaraujo@bol.com.br