sábado, 14 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
PARA TODOS OS GOSTOS
Osny Araújo *
Nas voltas que a política dá, muitas coisas acontecem de surpresa e um quadro que estava prestes a ir para a moldura muda por completo e a partir daí surge uma nova situação. Isso foi o que ocorreu no apagar das luzes para as convenções que definiram nove candidatos a Prefeitura de Manaus, a maior e mais importante capital da Amazônia brasileira.
Com a surpreendente desistência da deputada federal Rebeca Garcia (PP), de concorrer a Prefeitura, mesmo com importantes apoios políticos declarados, como do governador Omar Aziz (PSD) e do senador Eduardo Braga (PMDB), horas antes da convenção, talvez vitima de um “fogo amigo” saiu da disputa e a candidatura com todo esse apoio político caiu no colo da comunista Vanessa Grazziotin, senadora pelo PCdoB.
Desfeitas as divergências, as cartas do baralho político no jogo para a Prefeitura de Manaus estão à mesa e caberá a sociedade, ou melhores, ao eleitor mexer com as cartas e decidir que irá governar Manaus a partir de 1º de Janeiro de 2012, substituído no “trono” o prefeito Amazonino Mendes, que mesmo pressionados por correligionários e aliados, desistiu de disputar
Nessa rodada política, tem candidatos para todos os gostos. Têm “caciques políticos”, deputados federal, deputado cassado com recurso na Justiça, ex-prefeitos e os costumeiros candidatos de todas as eleições, dos chamados “partidos nanicos” que disputam só pelo prazer da disputa, sem nenhuma chance de sucesso. Isso faz parte da democracia.
As cartas políticas que estão no jogo para conquistar a Prefeitura de Manaus, são nominadas como: Arthur Neto (PSDB), Henrique Oliveira (PR), Herbert Amazonas (PSOL), Luiz Navarro (PCB), Pauderney Avelino (DEM), Vanessa Grazziotin (PCdoB), Serafim Correa (PSB), Jerônimo Albuquerque, (PMN) e Sabino Castelo Branco (PTB), com seus respectivos vices formado pelas coligações.
Dos nomes que estão à mesa, arrisco a prognosticar que apenas três ou quatro entrarão pra valer na briga e cito os candidatos Artur Neto, Vanessa Grazziotin e Serafim Correa, numa briga que poderá ser direta e correndo por fora, com poucas possibilidades, a meu ver, os deputados federais Henrique Oliveira e Pauderney Avelino. Os demais são cartas do baralho fora do jogo.
Passados os momentos das articulações e rasteiras políticas e fogo amigo antes das convenções, os jogadores, ou seja, os candidatos começarão a mostrar para a sociedade os seus programas de Governo para administrar Manaus e é a partir daí que a sociedade deverá ficar mais atenta do que nunca.
Ouvir as propostas estudá-las e se possível questioná-las em encontros formais com amigos, nas rodas de bar, nas esquinas, nas reuniões de fins de semana. Enfim, é interessante essa discussão para que após uma avaliação criteriosa, o voto possa ser definido de acordo com certos critérios estabelecidos por cada um. Vale à pena participar. (Postagem simultânea nos sites: Noticianahora, Amazonianarede, Tadeudesouza e blog Jornalismo Eclético).
*Osny Araújo é jornalista e analista político.
E-Mail: osnyaraujo@bol.com.br
sexta-feira, 22 de junho de 2012
FORTALECIMENTO, REESTRUTURAÇÃO DO INCRA
E A REABERTURA DAS UAs NO INTERIOR, POLARIZARAM
AS DISCUSSÕES NA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALEAM
Ascom/Incra-Aleam
No plenário, um grande número de servidores do INCRA observaram atentamente os pronunciamentos, torcendo para que órgão possa viver dias melhores num futuro próximo, inclusive na questão salarial, hoje um dos mais baixos na área do executivo brasileiro.
Após ouvir o pronunciamento do deputado Tony Medeiros, na abertura da audiência presidida pelo deputado José Ricardo e a participação de representantes de movimentos sociais e vários órgãos públicos parceiros como IDAM, SEPROR, MPAP e outros, Socorro Feitosa, com auxílio de um bem elaborado gráfico visual, mostrou ao longos dos últimos dez anos o grande salto de quantidade e qualidade que o trabalho de reforma agrária avançou no País e ao mesmo tempo mostrou a deteriorização do Incra em todos os todos os sentidos. como beneficiários da reforma agrária, citando como exemplo os varzeiros, ,daí a necessidade da união de forças para que o INCRA possam ser efetivamente reorganizado e o trabalho que realiza possa ser ainda mais dinâmico.
Regionalizando a sua apresentação, a superintendente falou especificamente do trabalho que o INCRA vem realizando no Amazonas, agora focado para uma reforma agrária sustentável, com o reconhecimento através da criação de assentamentos sustentáveis dos povos tradicionais, citando como exemplo os varzeiros, sem esquecer os tradicionais assentamentos criados pelo órgão no Estado, hoje presente em 47 municípios, representado por 142 projetos de reforma agrária, beneficiando diretamente 59.790 famílias.
Lembrou ainda que num passado recente o INCRA contava com 11 Unidades Avançadas no interior, Solimões, Médio Madeira, Tefé, Lábrea e Parintins e hoje apenas seis estão em funcionamento e defendeu a reabertura desses escritórios, com o que concordaram todos os oradores que se manifestaram durante a audiência. Feitosa também defendeu a reabertura das Unidades Avançadas que foram fechadas no Estgado, alertando que dee 11 UAs existentes no interior.
Responsável pela gestão das terras públicas e reordenamento fundiário no país, o Incra teve o orçamento estagnado e reduzido suas atividades com o fechamento dos escritórios nos municípios. Segundo Socorro Feitosa, há um descompasso na distribuição de recursos entre as regiões. Além do Sul do país, a superintendente citou como exemplo o Estado do Pará, que possui três superintendências e um número menor de unidades avançadas, mas recursos bem maiores. Atualmente o quadro de funcionários do Incra é de 201 funcionários.
DISCUSSÃO AMPLA
Diretor executivo do Sindsep e representante da Confederação dos Servidores Públicos Federais, Walter Matos Moraes disse não entender o fechamento dos escritórios do Incra, em Lábrea, e a ausência do Ibama, principalmente em áreas de fronteira. Como enfatizou, os Estados da Amazônia Legal detém 65% dos assassinados do campo. Em Lábrea, segundo ele, foram registrados oito assassinatos em conflitos de terra nos últimos anos.
“É preciso que se faça um grande debate quantitativo e qualitativamente. Achamos que essa discussão tem que chegar ao Congresso Nacional. Precisamos de uma audiência com outros setores para debater a questão do Incra, do Ibama e dos outros órgãos federais. Na próxima semana vamos iniciar uma greve. Os órgãos federais estão sucateados”, afirmou.
Walter Matos defendeu a abertura de uma agenda para discutir com os servidores a situação dos órgãos federais. “Há uma carência grande de servidores. Hoje, no Estado, são 12 mil servidores, para tomar conta de 2 milhões de hectares de terra”, assegurou, também sugerindo uma audiência com o Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Careiro-Iranduba, Lúcia Nicácio disse que hoje 80% dos agricultores não têm documento de suas terras. Para ela, ao invés do Terra Legal, o governo tinha que fortalecer o Incra para agilizar esse processo de inclusão agrária.
Também integraram o grupo de discussão, o secretário geral do Sindicato dos Servidores Públicos, Fernando Sodré; o diretor de assistência técnica do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Amazonas (Idam), Malvino Salvador; o gerente de engenharia e representante da Secretaria de Produção Rural (Sepror), Carlos Alberto Almeida da Conceição, entre outros.
Diretor executivo do Sindsep e representante da Confederação dos Servidores Públicos Federais, Walter Matos Moraes disse não entender o fechamento dos escritórios do Incra, em Lábrea, e a ausência do Ibama, principalmente em áreas de fronteira. Como enfatizou, os Estados da Amazônia Legal detém 65% dos assassinados do campo. Em Lábrea, segundo ele, foram registrados oito assassinatos em conflitos de terra nos últimos anos.
“É preciso que se faça um grande debate quantitativo e qualitativamente. Achamos que essa discussão tem que chegar ao Congresso Nacional. Precisamos de uma audiência com outros setores para debater a questão do Incra, do Ibama e dos outros órgãos federais. Na próxima semana vamos iniciar uma greve. Os órgãos federais estão sucateados”, afirmou.
Walter Matos defendeu a abertura de uma agenda para discutir com os servidores a situação dos órgãos federais. “Há uma carência grande de servidores. Hoje, no Estado, são 12 mil servidores, para tomar conta de 2 milhões de hectares de terra”, assegurou, também sugerindo uma audiência com o Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Careiro-Iranduba, Lúcia Nicácio disse que hoje 80% dos agricultores não têm documento de suas terras. Para ela, ao invés do Terra Legal, o governo tinha que fortalecer o Incra para agilizar esse processo de inclusão agrária.
Também integraram o grupo de discussão, o secretário geral do Sindicato dos Servidores Públicos, Fernando Sodré; o diretor de assistência técnica do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Amazonas (Idam), Malvino Salvador; o gerente de engenharia e representante da Secretaria de Produção Rural (Sepror), Carlos Alberto Almeida da Conceição, entre outros.
Representante da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Francineide Lourenzo denunciou a regularização de terras de grandes grileiros no Sul do Amazonas, especialmente no sul de Lábrea. “Mais de 30 famílias foram expulsas por pistoleiros, de área de avanço de fronteira agrícola”.
Segundo ela, a situação com o fechamento do escritório está pior do que já era. Em relação ao Ibama, como frisou, é a mesma coisa. “Os governos dos últimos anos não têm interesse na reforma agrária, por isso relegaram os trabalhadores rurais”, disse.
Representante da Confederação Nacional dos Servidores do Incra, Regino da Silva Brito, também chamou a atenção para os assassinatos e a lista de agricultores marcados para morrer na luta pela questão fundiária. “Isso é o resultado da ausência da presença do Estado. E quando existe representação, ainda é retirada”, reclamou.
Segundo ela, a situação com o fechamento do escritório está pior do que já era. Em relação ao Ibama, como frisou, é a mesma coisa. “Os governos dos últimos anos não têm interesse na reforma agrária, por isso relegaram os trabalhadores rurais”, disse.
Representante da Confederação Nacional dos Servidores do Incra, Regino da Silva Brito, também chamou a atenção para os assassinatos e a lista de agricultores marcados para morrer na luta pela questão fundiária. “Isso é o resultado da ausência da presença do Estado. E quando existe representação, ainda é retirada”, reclamou.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
ENCONTRO DAS ÁGUAS: O MAIOR CARTÃO POSTAL TURISTICO
NATURAL DO AMAZONAS E
OS CONFORTÁVEIS HOTÉIS DE SELVA
Amazonianarede/Osny Araújo
Manaus – Aproveitando a onda do
momento que é se falar sobre o meio-ambiente em função da Conferência
Internacional Rio+20 que ocorre no Rio de Janeiro, em defesa da natureza e do
Planeta, para que possamos cuidar mais e melhor das cosias naturais e dessa
forma possamos viver num mundo mais sustentável, resolvi, escrever alguma coisa
sobre um dos maiores espetáculos da natureza que o Amazonas tem a oferecer ao
turismo.
A natureza presenteou Manaus, a
capital do Estado do Amazonas, quase à sua frente, um dos cartões postais mais
belos da natureza e que anualmente chama milhares de turistas internos e
externos para apreciar a beleza do Encontro das Águas, formado pelas águas
escuras do rio Negro e as barrentas do Solimões, que correm aproximadamente
seis quilômetros lado a lado sem se misturar e esse fato, chama a atenção de
todos.É um fantástico cenário da natureza amazônica e para todos os gostos e oolhares.
Os dois rios seguem juntos até que
cedem à força da própria natureza que eles representam a formam o caudaloso rio
Amazonas no maior aglomerado de água doce do planeta.
Segundo os estudiosos no assunto, os
dois rios, o Negro e o Solimões, demoram a se misturar em função da velocidade
e temperatura e densidade diferentes de suas águas e esse fato, intriga ainda
mais os turistas.
Os estudiosos explicam que o Negro e
o Solimões demoram a se misturar porque suas águas têm velocidade, temperatura
e densidade diferentes, pios suas imagens em fotografias, filmes vídeos estão
espalhadas pelos quatro cantos do mundo.
A este belo fenômeno natural, que encantam amazonenses e turistas, dá-se o nome poético de Encontro das Águas, que ocorre a uns 15 quilômetros abaixo (seguindo o curso do Rio Negro) de Manaus (na verdade, um encontro bastante conflituoso).
A este belo fenômeno natural, que encantam amazonenses e turistas, dá-se o nome poético de Encontro das Águas, que ocorre a uns 15 quilômetros abaixo (seguindo o curso do Rio Negro) de Manaus (na verdade, um encontro bastante conflituoso).

Uma observação interessante, mas
talvez curiosa para quem nunca esteve na capital do estado: o Rio Amazonas não
passa na cidade de Manaus, tampouco o Solimões.
O fato, é que como fenômeno natural,
nesse aspecto o Encontro das Águas é disparado o maior cartão postal turístico
de Manaus e do Amazonas, por isso, suas imagens viajam pelo mundo.
Se você não conhece Manaus, quando
estiver na bela e acolhedora capital amazonense, faça uma programação de
visitas aos seus pontos turísticos, incluindo no roteiro o Encontro das Águas.
Os “pacotes” para se tipo de passeio,
com direito a refeições em confortáveis barcos e ainda assistir ao por do Sol,
são facilmente encontradas nas agencias de viagens de Manaus. É só uma questão
de agendar e divirta-se com esse espetáculo da natureza na Amazônia.
Se você tiver sorte, ainda poderá dar
de encontro com alguns botos vermelhos ou tucuxis escoltando a embarcação. É outro
espetáculo raro e sensacional nesse passeio ao encontro das águas, em Manaus.
Cearense de nascimento e amazonense
de coração, o Encontro das Águas com a sua beleza extraordinária e natural,
teve o poder de inspiração Quintino Cunha e ele produziu uma das suas belas
poesias, falando com saberia, simplicidade de bom gosto de amor e natureza.A
poesia de Quintino Cunha, sobre esse fenômeno natural intitulada Encontro das
Águas, transcrevemos a seguir:
ENCXONTRO DAS ÁGUAS
(Quintino Cunha)
"Vê bem, Maria aqui se cruzam: este
É o Rio Negro, aquele é o Solimões.
Vê bem como este contra aquele investe,
como as saudades com as recordações.
Vê como se separam duas águas,
Que se querem reunir, mas visualmente;
É um coração que quer reunir as mágoas
De um passado, às venturas de um presente.
É um simulacro só, que as águas donas
D'esta região não seguem o curso adverso,
Todas convergem para o Amazonas,
O real rei dos rios do Universo;
Para o velho Amazonas, Soberano
Que, no solo brasílio, tem o Paço;
Para o Amazonas, que nasceu humano,
Porque afinal é filho de um abraço!
Olha esta água, que é negra como tinta.
Posta nas mãos, é alva que faz gosto;
Dá por visto o nanquim com que se pinta,
Nos olhos, a paisagem de um desgosto.
Aquela outra parece amarelaça,
Muito, no entanto é também limpa, engana:
É direito a virtude quando passa
Pela flexível porta da choupana.
Que profundeza extraordinária, imensa,
Que profundeza, mais que desconforme!
Este navio é uma estrela, suspensa
Neste céu d'água, brutalmente enorme.
Se estes dois rios fôssemos, Maria,
Todas as vezes que nos encontramos,
Que Amazonas de amor não sairia
De mim, de ti, de nós que nos amamos!..."
"Vê bem, Maria aqui se cruzam: este
É o Rio Negro, aquele é o Solimões.
Vê bem como este contra aquele investe,
como as saudades com as recordações.
Vê como se separam duas águas,
Que se querem reunir, mas visualmente;
É um coração que quer reunir as mágoas
De um passado, às venturas de um presente.
É um simulacro só, que as águas donas
D'esta região não seguem o curso adverso,
Todas convergem para o Amazonas,
O real rei dos rios do Universo;
Para o velho Amazonas, Soberano
Que, no solo brasílio, tem o Paço;
Para o Amazonas, que nasceu humano,
Porque afinal é filho de um abraço!
Olha esta água, que é negra como tinta.
Posta nas mãos, é alva que faz gosto;
Dá por visto o nanquim com que se pinta,
Nos olhos, a paisagem de um desgosto.
Aquela outra parece amarelaça,
Muito, no entanto é também limpa, engana:
É direito a virtude quando passa
Pela flexível porta da choupana.
Que profundeza extraordinária, imensa,
Que profundeza, mais que desconforme!
Este navio é uma estrela, suspensa
Neste céu d'água, brutalmente enorme.
Se estes dois rios fôssemos, Maria,
Todas as vezes que nos encontramos,
Que Amazonas de amor não sairia
De mim, de ti, de nós que nos amamos!..."
Se o turista quiser ainda mais emoção
e um contato mais próximo com a natureza amazônica, passando pelo Encontro das
Águas, existem vários e luxuosos hotéis de Selva, classe internacional,
naturalmente sem esquecer a culinária regional a base de espécies de pescado
como tambaqui, pirarucu, tucunaré e outros, acompanhados de sucos de frutas
regionais.

Está dada a dica, leitor, o resto
fica por sua conta, com a certeza de que o arrependimento jamais será seu
companheiro nessa fantástica viagem pela Amazônia e pelo Amazonas.
domingo, 17 de junho de 2012
MAÇONARIA:
GRANDE BENEMÉRITA AURORA
LUSITANA, 115 ANOS JUSTA E PERFEITA.
Amazonianarede/Ir.`, Osny Araújo
Uma sessão econômica sem pompas, mas repleta de igualdade e
fraternidade, marcará segunda-feira, dia 20, as comemorações de mais um ano de
fundação da Augusta e Respeitável Loja Aurora Lusitana, da jurisdição da Grande
Loja do Amazonas (Glomam)
Manaus - Fundada no dia 20 de junho de Junho de 1897, por 16
irmãos de nacionalidade portuguesa, nascia na capital amazonense a Grande e
Benemérita Loja Simbólica da Maçonaria amazonense “Aurora Lusitana, nº 6,
integrante da Grande Loja do Amazonas e comandada no momento pelo malhete do
Ir.`. José Maia Cruz, com templo localizada na Avenida 7 de Setembro, no
coração da cidade.
O começo de tudo para a fundação dessa Augusta e Respeitável
Loja, que orgulha a Grande Loja do Amazonas e a Maçonaria brasileira, foi arquitetado
pelo saudoso Ir.`. Abel Nunes Thompson que coma a participação de IIr.`. de
outras lojas, todos portugueses, e
reunidos em um jantar festivo realizado na rua Izabel, onde residia o autor da
ideia, nascia para a Maçonaria de forma justa e perfeita a Loja Maçônica Aurora
Lusitana.
O principal objetivo da fundação da Loja era reunir os
portugueses residentes em Manaus, numa grande escola de aperfeiçoamento moral,
com princípios de Igualdade, Liberdade e Fraternidade, sob as bênçãos do Grande
Arquiteto do Universo (G.`, A.`, D.`.U.`.) o Senhor de todos os mundos.
A Loja, nasceu ainda sob os auspícios do Grande Oriente do
Brasil e a partir daí, iniciou a sua grande obra de construção social, missão
que cumpre até os dias atuais com a dedicação e empenho dos II.`. que a integram, agora sob os auspícios da Grande
Loja do Amazonas (Glomam).
A sua primeira e histórica composição administrativa foi integrada
pelos seguintes maçons, que ajudaram a consolidar a Oficina: Venerável Mestre,
Albino de Queirós Magalhães, 1º Vigilantes, Abel Nunes Thompson de Quadros, 2º
Vigilante, Alfredo José de Campos, Orador, Leonel Pereira da Mota, Secretário,
João Soares Bordalo, Tesoureiro, Manoel Antonio Chaves, Mestre de Cerimônia,
Eduardo Ponto Ribeiro, Chanceler, Antonio Roberto da Fonseca Pessoa. Arquiteto,
Antonio da Silva Teixeira, Cobridor do Templo, João de Deus Batista Braga. 1º e
2º Diáconos – respectivamente, Alexandre da Silva Freitas e Antonio Soares da
Fonseca, Hospitaleiro, Domingos Ruiz Coimbra e 1ª experto Manoel Marques da
Cunha.
PRIMEIROS PASSOS
Constituída legalmente, a oficina da Arte Real, iniciou os
seus primeiros passos nesse grandioso trabalho de construção social na
residência do seu idealizador Abel Nunes Thompson de Quadros, na rua
Izabel,passando em seguida a funcionar na residência de outro obreiro-fundador,
Eduardo Pinto Ribeiro, também o instalador da Oficina e Grande Benemérito do
Sublime Capítulo, localizada a rua Theodoreto
Souto.
Mais tarde a Loja Aurora Lusitana, que tem a suas reuniões
econômicas às segundas-feiras, passou a trabalhar no templo da sua coirmã, Loja
Esperança e Porvir, Nº 1, de onde o atual venerável José Maia Cruz é egresso,
passando em seguida para a Loja Amazonas, Nº 2 de onde saiu para o majestoso
prédio onde funciona o seu Templo desde 25 de março de 1900 à Avenida 7 de
Setembro, centro de Manaus.
No trabalho de administração da Loja, o Venerável Mestre José
Maia Cruz, Ex- Secretário de Estado de Governo, é auxiliado pelos Vigilantes, o médico Armando
Bandeira e o empresário Aristófanes de Souza Filho. Seu quadro de Obreiros é
composto por notáveis irmãos de ilibada conduta moral e de destaque na
sociedade amazonense.
HOMENS E MAÇONS ILUTRES
Pelas suas colunas e quadros, já passaram ilustres
personalidades empresarias, intelectuais e políticas com influencias diversas
na sociedade amazonense, sempre trabalhando na formação de grandes obreiros da
Arte Real, com perfeição, justiça e liberdade.
Ex-governadores,
secretários de estado, autoridades constituídas nos três Poderes, professores,
magistrados, entre tantas outras categorias profissionais, que ajudaram e ajudam a fortificar as colunas
dessa Grande Loja Maçônica do Amazonas, fundada no século passado e
solidificando nestas plagas amazônicas um ideal português, unindo ainda mais os
laços de amizade e fraternidade entre esses dois povos, brasileiros e
portugueses, separados pelo Oceano Atlântico, mas, que falam a mesma língua e
possuem ideais semelhantes e no que tange a Ordem, todos caminham com Justiça e
Perfeição, buscando sempre trilhar os caminhos da Igualdade, da Liberdade e da
Fraternidade.
Atualmente a Loja é
conduzida pelo Venerável Mestre José Maia Cruz, Ex- Secretário de Estado de
Governo, auxiliado pelos Vigilantes, o médico Armando Bandeira e o empresário
Aristófanes de Souza Filho. Seu quadro de Obreiros é composto por notáveis
irmãos de ilibada conduta moral e de destaque na sociedade amazonense.
OS VENERÁVEIS, FILIADOS E HOMENAGEADOS.
Na impossibilidade de nominar todos os ilustres obreiros da
Arte Real que empunharam ao longo desta história mais que centenária o primeiro
malhete da Loja, com sabedoria, justiça e perfeição, citaremos homenageando a
todos os timoneiros dessa Oficina, alguns mais recentes ex-Veneráveis, como:
Antonio Alexandre Pereira Trindade, Manoel do Carmo Chaves Neto (Maneca),
Serafim Fernandes Correa, Sebastião Silva, Francisco Osvaldino Castelo Branco,
Antonio Terceiro, Fernando Mourão, Raimundo de Andrade Bentes (o Venerável do
centenário), Ernane Vilar Parente da Câmara, Antonio Canizo Brasil, Raimundo
Bentes de Andrade entre outros até chegarmos ao atual José Maia Cruz, da jurisdição da Glomam.
Pela Aurora Lusitana, já passaram e passam ilustres obreiros
como: Antonio Pereira de Virgílio Barros, Agnelo Bittencourt, Venâncio Igrejas
Lopes, Hamilton Mourão, Felismino Francisco Soares, Mário Sylvio Cordeiro de Verçosa
e Rodolfho Guimarães Vale e beneméritos como Vicente Cruz, Manoel Ribeiro (pai), Francisco
Osvaldino Castelo Branco, Manoel Ribeiro (filho) Mário Ypiranga Monteiro, filias:
Eduardo Gonçalves Ribeiro, Aristopano Antony, Homero de Miranda Leão, José Cruz
(benfeitor), Altair Thury, Edgard Monteiro de Paula, João Batista de Verçosa
Filho entre outros maçons ilustres que a Loja tem nessa condição.
As comemorações da segunda-feira, alusivas aos 115 anos de
fundação da Loja, não terá pomposa.
Segundo a direção da Loja, tudo será feito de forma simples,
através da realização de uma sessão econômica. O Venerável José Maia Cruz, garante que a comemoração
recheada de simplicidade.
“Será um momento sem pompas, mas com uma reunião de homens,
amigos e irmãos solidários e fraternos que juntos tralham pela construção de
uma sociedade melhor, mais solidária, livre, justa e perfeita em conjunto com
as coirmãs da Grande Loja do Amazonas e do Grande Oriente do Brasil,
considerando ser a Maçonaria uma instituição universal, milenar e única” – afirmou o Venerável Mestre da
aniversariante Aurora Lusitana.
sábado, 16 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
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